Tradicional lanchinho de segunda-feira na cantina da física. O décimo volume do "História do Marxismo", organizado pelo Hobsbawn, em cima da mesa.
Dois amigos num papo com sotaque carregado sobre o curso de mestrado em engenharia elétrica e, aí, a aproximação:
"Posso ver, moça?"
"Claro!"
Ele olha, olha, olha... Agradece, volta-se para o amigo e desenrola:
"Quando eu tinha 11 anos, eu li "O Capital"."
"Leu?"
"É. Acho que porque era proibido."
"E aí? "
"Trivial."
Quase engasguei.
Ele emendou:
"É uma regra de três aplicada."
[Esta semana inteira tem o V Colóquio Internacional Marx e Engels na Unicamp.]
Dois amigos num papo com sotaque carregado sobre o curso de mestrado em engenharia elétrica e, aí, a aproximação:
"Posso ver, moça?"
"Claro!"
Ele olha, olha, olha... Agradece, volta-se para o amigo e desenrola:
"Quando eu tinha 11 anos, eu li "O Capital"."
"Leu?"
"É. Acho que porque era proibido."
"E aí? "
"Trivial."
Quase engasguei.
Ele emendou:
"É uma regra de três aplicada."
[Esta semana inteira tem o V Colóquio Internacional Marx e Engels na Unicamp.]

Um comentário:
Quando tinha 11 li "O universo numa casca de noz".
Me deu vontade de comer bolo de aniversário. E camafeus.
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